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Artur Jorge vê Cruzeiro sem “instinto matador” no empate contra Goiás

O técnico Artur Jorge fez uma análise crítica do empate do Cruzeiro por 2 x 2 com o Goiás nesta quarta-feira (22/4), pela ida da quinta fase da Copa do Brasil. Em entrevista coletiva, o treinador destacou principalmente a falta de agressividade ofensiva da equipe, mesmo com bom volume de jogo.

“Temos feitos gols em todos os jogos. Pelo volume que criamos, poderíamos ter sido mais agressivos ofensivamente, digo isso no sentido de finalizarmos as jogadas. Tivemos doze finalizações, ou seja, isso significa que estivemos perto, mas falta termos instinto matador, sermos agressivos ofensivamente, para ferir mais o adversário”, disse.

Artur Jorge vê Cruzeiro sem “instinto matador” no empate contra Goiás - imagem 1
1 de 3Gustavo Martins / Cruzeiro
Artur Jorge vê Cruzeiro sem “instinto matador” no empate contra Goiás - imagem 2
2 de 3Jose Manuel Alvarez/Quality Sport Images/Getty Images
Artur Jorge vê Cruzeiro sem “instinto matador” no empate contra Goiás - imagem 3
3 de 3Gustavo Aleixo / Cruzeiro

 

Além da cobrança no ataque, o treinador também apontou a postura da equipe nos minutos finais como determinante para o empate. Segundo ele, o Cruzeiro recuou excessivamente e acabou sendo punido no último lance da partida.

“Sofrer o gol no último minuto, temos que aceitar, porque recuamos, baixamos e tentamos controlar o resultado, e depois ficamos expostos a esses tipos de lance que nos penalizam”, afirmou.

Artur Jorge também avaliou o desempenho geral como equilibrado, mas fez ressalvas sobre o início do jogo. Ele afirmou que a equipe entrou com intensidade abaixo do esperado e precisou de ajustes para crescer na partida.

“O jogo foi equilibrado. O resultado foi aceitável, tendo em conta o desempenho das equipes. Eu, particularmente, não gostei dos primeiros minutos da minha equipe. Jogamos com uma intensidade abaixo. Fomos corrigindo, e acho que fomos mais perigosos que o adversário, mas o resultado temos que aceitar pelo que foi a entrega”, analisou.

Por fim, o técnico detalhou dificuldades táticas enfrentadas no meio-campo, especialmente na primeira metade do confronto. Ele explicou que o posicionamento inicial comprometeu o controle das ações, mas destacou a capacidade de correção ao longo do jogo.

“Nós tivemos dificuldade na primeira metade, que foi poder controlar a dinâmica dos meias e o quarto homem que vinha de fora para dentro. Tivemos dificuldade por jogarmos com zona alta, mas depois foi corrigido e conseguimos entrar no jogo”, concluiu.

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