O Governo do Distrito Federal (GDF) refez o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de ligação entre a Avenida W3 do Plano Piloto e o Aeroporto Internacional de Brasília. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) barrou a versão original, porque o traçado previa uma rede de fiação de energia aérea e, por isso, iria ferir o tombamento da capital brasileira. O Palácio do Buriti reformulou a proposta com os fios sob o solo.
Veja o projeto:

Veja o novo projeto do VLT de ligação entre a W3 e o Aeroporto Internacional de Brasília
Material cedido ao Metrópoles

Veja o novo projeto do VLT de ligação entre a W3 e o Aeroporto Internacional de Brasília
Material cedido ao Metrópoles

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Veja o novo projeto do VLT de ligação entre a W3 e o Aeroporto Internacional de Brasília
Material cedido ao Metrópoles
O novo projeto da gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB) está em análise no Tribunal de Contas (TCDF). Segundo o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, o projeto prevê duas fases de implantação. A primeira liga o Terminal da Asa Norte, ainda em fase de licitação sob responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), ao Terminal da Asa Sul. A segunda ligará o Terminal da Asa Sul ao aeoroporto.
“O projeto prevê 39 trens: trinta e três operando na W3 e seis entre o Terminal da Asa Sul e o aeroporto. Cada veículo terá 45 metros de cumprimento, dividido em sete módulos, com capacidade de 400 a 560 passageiros. O valor poderá ser atualizado após a análise do Tribunal de Contas, mas previsão inicial do custo total é de R$ 3,9 bilhões. É um valor de referência. É obvio que esse valor será diferente”, disse Zeno.
Segundo Gonçalves, o projeto foi reestruturado para atender as normas do tombamento do Plano Piloto. “O Iphan foi contra a opção de catenária. As catenárias são aquelas hastes que ficam por cima para alimentar os trens. Justamente por ser uma área tombada, o Iphan vetou. Reestruturamos o projeto e apresentamos um modelo de Alimentação pelo Solo, chamamos de APS”, explicou.
Caso o projeto seguisse com a fiação aérea, toda vegetação teria de ser eliminada e a obrigaria a reconfiguração completa do trecho. O sistema de Alimentação pelo Solo (APS) é menos invasivo.
O VLT percorrerá 16 quilômetro (km) pela W3 com 24 estações. O veículo será construído no canteiro central da avenida. E seguirá por 6 km entre o Terminal da Asa Sul e o aeroporto com 4 estações.
O projeto prevê a concessão da administração do VLT por 30 anos. De acordo com Gonçalves, o GDF não desembolsou recursos públicos. “A projetista só vai receber o pagamento quando a concessão for concretizada, a concessionária pagará pelo projeto. O governo não teve que desembolsar nada”, explicou. De acordo com o secretário, após a aprovação do TCDF, o governo vai atualizar os valores do projeto e lançará o edital de licitação.
VLT de Ceilândia e Taguatinga
A vice-governadora do DF Celina Leão (PP), enquanto governadora em exercício, assinou a ordem de serviço para a contratação do estudo técnico para a construção do VLT de ligação entre Ceilândia e Taguatinga, passando pela Avenida Hélio Prates e com conexão direta com o Metrô, em 15 de janeiro de 2026. “Ceilândia e Taguatinga são o coração do DF”, afirmou Celina.
O governo também planeja construir um Mercadão Municipal no centro de Ceilândia, ligado ao novo transporte coletivo público. “A ideia requalificar Ceilândia e Taguatinga. São as nossas maiores cidades. Elas precisam ter esse olhar”, completou. Os trens de superfície estarão ligados ao Metrô.
Segundo o secretário de Obras, Valter Casimiro, inicialmente, havia previsão de transporte público apenas com ônibus na Hélio Prates, mas a revisão do Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) indicou a necessidade e possibilidade de implantação do VLT. “A Hélio Prates precisa de um veículo de maior capacidade”, afirmou.
De acordo com o secretário, a linha do VLT deverá ligar a região do Sol Nascente e do Pôr do Sol até o final do Pistão Sul, com integração ao Metrô. Para Casimiro, o VLT trará mais velocidade e conforto para os usuários. O estudo definirá os parâmetros do novo transporte, a exemplo do número de passageiros por vagão.