O deputado Major Araújo (PL) informou que pediu à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para portar arma em plenário após a briga com o deputado Amauri Ribeiro (PL). A discussão entre os dois, na última quinta-feira (7/5), terminou com ameaças.
“Eu estou apresentando um requerimento para que a mesa diretora me autorize a vir para o plenário armado. Porque a gente tem sido aqui alvo de ameaça, agressão, enfim, chamar para os tapas”, disse Major Araújo durante sessão.
O pedido, no entanto, foi negado pelo presidente da Alego, Bruno Peixoto (União Brasil). “Está terminantemente proibido e não será liberado a este ou aquele parlamentar portar arma de fogo. Isso está proibido e não é admissível”, afirmou.
A confusão começou após Amauri Ribeiro questionar o senador Wilder Morais (PL-GO) sobre o motivo dele não estar presente na votação que barrou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), em 29 de abril.
O questionamento foi respondido por Major Araújo, que disse que Amauri Ribeiro é “um personagem da direita trans“. “Aquele que parece direita, mas o coração aceita qualquer coisa. Faz aquilo, por exemplo, que o Bolsonaro sempre condenou, que é o toma lá dá cá”.
A briga continuou mesmo com os microfones desligados. Vídeos que circulam nos grupos goianos, como mostrou a coluna Grande Angular, mostram Major Araújo dizendo a Amauri Ribeiro: “Põe a mão em mim para você ver. Amanhã você aparece morto, rapaz. Vagabundo, safado. Me respeita. Quando eu falar, fica calado”.