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Cruzeiro europeu tem surto de virose e 200 passageiros ficam doentes

Um cruzeiro de luxo que navegava no final de janeiro pelos fiordes noruegueses foi afetado por um surto de virose que deixou cerca de 200 passageiros doentes durante a viagem. O caso aconteceu a bordo do Balmoral, navio operado pela empresa Fred Olsen Cruise Lines, do Reino Unido, que fazia um roteiro de 10 noites pela Europa.

Passageiros relataram que os primeiros sinais começaram a surgir ainda nos primeiros dias da travessia, com o aumento gradual de pessoas apresentando sintomas compatíveis com gastroenterite.

Um viajante contou ao jornal britânico The Shetland Times que a tripulação fazia avisos diários informando que o navio registrava um número crescente de casos.

A gastroenterite viral é uma infecção intestinal que costuma provocar diarreia, náuseas, vômitos e cólicas abdominais, além de febre em algumas situações.

Uma passageira ouvida pelo jornal escocês Press and Journal afirmou que, apesar do esforço da equipe para conter o problema, o clima no navio se tornou desconfortável. “Todos os procedimentos a bordo mudaram, não havia autosserviço nas refeições”, relatou.

Segundo ela, algumas atividades também foram interrompidas, como eventos de dança e outras práticas coletivas. “A equipe estava se esforçando ao máximo para manter tudo limpo”, afirmou.

Medidas para conter o surto

Com o avanço dos casos, a companhia passou a adotar protocolos mais rígidos de higiene e restringiu parte da rotina dos passageiros.

Objetos compartilhados, como livros, baralhos e jogos, foram retirados de circulação, e os serviços nas áreas de alimentação passaram a ser controlados para evitar contato direto entre os viajantes.

Após contrair a virose, a mesma passageira disse que precisou permanecer isolada na cabine por dois dias. Durante esse período, recebeu acompanhamento da equipe de enfermagem. “Fiquei no quarto por 48 horas e uma enfermeira veio me ver, além de receber ligações para checar como eu estava”, contou.

Ela relatou que, mesmo depois do isolamento, continuava se sentindo debilitada, com dores de cabeça, cansaço e incômodo no estômago.

Além do surto, o cruzeiro também enfrentou dificuldades climáticas. O navio deveria atracar em Lerwick no dia 27 de janeiro para que os passageiros assistissem ao Up Helly Aa, considerado o maior festival de fogo da Europa, mas a parada foi cancelada devido ao mau tempo.

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