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Obra de Di Cavalcanti danificada no 8/1 volta ao Planalto após restauração

Na manhã desta segunda-feira (8), durante a segunda etapa do evento em memória aos dois anos dos atos extremistas de 8 de janeiro, a obra “As Mulatas”, de Di Cavalcanti, retornou ao patrimônio do Palácio do Planalto após a restauração.

O painel é a principal peça do Salão Nobre do Palácio do Planalto e tem valor estimado em R$ 8 milhões.

De acordo com o Planalto, a obra foi atingida por sete rasgos, de diferentes tamanhos. Apesar de ser avaliada em R$ 8 milhões, o quadro pode atingir cinco vezes seu valor devido a sua importância.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao lado da primeira-dama Janja da Silva, realizou o descerramento da obra. O quadro foi restaurado pela equipe da Universidade Federal de Pelotas.

Estavam presentes durante o ato o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin e outras autoridades.

Obras de arte

A restauração de diversas obras danificadas no 8 de Janeiro envolveu um laboratório instalado no Palácio da Alvorada.

No total, 21 itens foram restaurados com o auxílio de 50 profissionais, incluindo 12 professores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e dois da Universidade de Brasília (UnB), quatro técnicos, 14 alunos de graduação da UFPel e três da UnB.

Além deles, estiveram presentes cinco conservadores-restauradores especializados, junto a profissionais da área de fotografia e audiovisual.

A restauração aconteceu por meio de uma parceria entre a Diretoria Curatorial dos Palácios Presidenciais, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Ato em Brasília

O presidente Lula convidou diversas autoridades para o evento desta quarta, incluindo a cúpula do Congresso Nacional. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não confirmou presença. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), está em viagem ao exterior e está sendo representado pelo primeiro vice-presidente da Casa, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, informou que não comparecerá ao ato. O ministro Edson Fachin, vice-presidente da Corte, o representa na cerimônia.

Já os comandantes das Forças Armadas, general Tomás Paiva, do Exército, brigadeiro Marcelo Damasceno, da Aeronáutica, e o almirante Marcos Olsen, da Marinha, informaram que estariam presentes na cerimônia.

Integrantes do Ministério da Cultura, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e embaixada da Suíça, além de representantes de movimentos sociais, também participam da homenagem.

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