Os criminosos presos suspeitos de roubar e matar a Guarda Civil Metropolitana (GCM) Sara Andrade dos Reis, de 34 anos, venderam o celular da vítima por R$ 150 e a arma dela por R$ 8 mil. Sara morreu no dia 19 de abril após ser vítima de latrocínio (roubo seguido de morte), na Rodovia dos Imigrantes, zona sul da capital paulista.

Sara Andrade dos Reis
Reprodução

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A GCM foi abordada por dois suspeitos e baleada na cabeça, enquanto saía para trabalhar em sua moto Honda Adv 150. O corpo dela foi encontrado na manhã do dia 19. A arma, uma pistola 9 mm, e o celular de Sara foram levados pelos criminosos.
Os itens pessoais da GCM foram vendidos e o valor dividido entre os suspeitos. Câmeras de segurança flagraram os dois assaltantes passando em uma Hornet vermelha pelo local em que Sara foi vista pela última vez. Um deles é um adolescente, que foi apreendido nessa terça-feira.
O jovem foi encontrado escondido em uma casa no bairro do Jabaquara e admitiu a participação no ataque à agente. O outro envolvido já havia sido preso anteriormente, durante operação realizada por policiais da 2ª Delegacia Seccional (zona sul), no último dia 5 de maio.
Policiais do Cerco localizaram a arma da vítima, com o brasão da instituição raspado, e a pistola foi recuperada. As munições da arma batiam com as adquiridas pela GCM e a arma passa por perícia.
Na época, o caso foi apresentado no 26º Distrito Policial e encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). “As investigações seguem em andamento para identificar e prender os responsáveis”, conforme a Secretaria da Segurança Pública (SSP).