Search
Close this search box.

“Expansão neutralizada”, diz Draco sobre “Workshop do Fuzil” na Maré

A agilidade da Operação Eixo, deflagrada na sexta-feira (10/4), impediu com que os três faccionados do DF, que foram ao Complexo da Maré (RJ) para um espécie de “workshop de fuzis” de facções do local, compartilhasse os ensinamentos obtidos a criminosos da capital. Segundo a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Decor), a prisão dos indivíduos evitou uma “expansão”, assim como a entrada das facções no DF.

À imprensa, a delegada da Draco Ágatha Braga relatou que os três envolvidos foram mais de uma vez as vielas da Maré, onde aprendiam  manusear armas de grosso calibre, como fuzis, e táticas de combate em ambientes confinados.

“Expansão neutralizada”, diz Draco sobre “Workshop do Fuzil” na Maré - imagem 1
1 de 7Material cedido ao Metrópoles
“Expansão neutralizada”, diz Draco sobre “Workshop do Fuzil” na Maré - imagem 2
2 de 7Material cedido ao Metrópoles
“Expansão neutralizada”, diz Draco sobre “Workshop do Fuzil” na Maré - imagem 3
3 de 7Material cedido ao Metrópoles
Os jovens estão aprendendo a manusear armas de grosso calibre e táticas de combate em ambientes confinados
4 de 7

Os jovens estão aprendendo a manusear armas de grosso calibre e táticas de combate em ambientes confinados

Material cedido ao Metrópoles

A investigação da Draco descobriu que brasilienses foram levados para o Rio de Janeiro para uma espécie de "estágio"
5 de 7

A investigação da Draco descobriu que brasilienses foram levados para o Rio de Janeiro para uma espécie de “estágio”

Material cedido ao Metrópoles

As apurações da Draco expuseram uma estrutura criminosa altamente profissionalizada
6 de 7

As apurações da Draco expuseram uma estrutura criminosa altamente profissionalizada

Material cedido ao Metrópoles

A polícia identificou a atuação de núcleos ligados a facções cariocas em uma articulação interestadual
7 de 7

A polícia identificou a atuação de núcleos ligados a facções cariocas em uma articulação interestadual

Material cedido ao Metrópoles

Apesar das idas e vindas, o treinamento não foi passado a frente. Segundo a polícia, “não há indícios” de que os fuzis que os indivíduos ostentavam nas redes tenham chegado à capital.

“O balanço foi muito positivo. Conseguimos retirá-los de circulação. Eles foram [ao complexo], receberam o treinamento, voltaram para cá e nós agimos antes deles poderem replicar esse treinamento e expandir a facção”, disse a delegada.

Como resultado da operação, Ágatha ressalta que o cumprimento das diligências, com uma duração de cerca de um ano e meio, serviu para “asfixiar” ainda mais as organizações criminosas que tentam se expandir no DF, além de impedir com que o tráfico interestadual, somado a lavagem de dinheiro, continuasse acontecendo.

“O grande foco de atenção da investigação foi buscar não só a prisão e retirada deles da sociedade, como também atacar a atividade da organização criminosa, estrangulando financeiramente aquela atividade exercida por eles”, completou.

A corporação ainda afirma que não há indícios da instalação de uma estrutura de comando próprio das facções cariocas no Distrito Federal.

Ao todo, foram cumpridos 56 mandados de busca e apreensão, além de 40 mandados de prisão temporário, no DF – em regiões como Gama, Itapoã, Samambaia, Santa Maria e Vicente Pires – e em outros sete estados.

Os suspeitos são acusados de integrarem uma complexa organização criminosa investigada por tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. Cerca de até R$ 1 bilhão foram bloqueados de contas diversas.

“Expansão neutralizada”, diz Draco sobre “Workshop do Fuzil” na Maré - destaque galeria

Mais de R$ 60 mil em espécie foram apreendidos
1 de 4

Mais de R$ 60 mil em espécie foram apreendidos

Material cedido ao Metrópoles

O grupo ocultava valores através de criptoativos
2 de 4

O grupo ocultava valores através de criptoativos

Material cedido ao Metrópoles

No DF, 21 alvos foram presos durante a operação deflagrada nesta sexta-feira (10/4)
3 de 4

No DF, 21 alvos foram presos durante a operação deflagrada nesta sexta-feira (10/4)

Material cedido ao Metrópoles

As diligências ocorreram em outros sete estados, além do DF
4 de 4

As diligências ocorreram em outros sete estados, além do DF

Material cedido ao Metrópoles


Sobre a operação

  • A Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Decor) deflagrou uma operação, nesta sexta-feira (14/3), para desmantelar uma organização criminosa de altíssima periculosidade que rompeu as fronteiras da capital da República para buscar especialização bélica no Rio de Janeiro;
  • Sob a tutela de “puxadores” do Terceiro Comando Puro (TCP), ao menos três brasilienses participaram de um verdadeiro “workshop do fuzil”, aprendendo a manusear armas de grosso calibre e táticas de combate em ambientes confinados;
  • O grupo participou de um “intensivão” tático, ministrado no Complexo da Maré, reduto e palco de guerra sangrentas entre o TCP e o Comando Vermelho (CV);
  • Os alvos do DF ainda ostentavam os fuzis nas vielas da Maré, com fotos nas redes, evidenciando o intercâmbio tático e a gravidade da conexão interestadual;
  • A rede criminosa ainda contava com o suporte de estrangeiros para operar sua engrenagem financeira. Entre os alvos, estão dois colombianos e um venezuelano;
  • Os investigados podem ser condenados a penas que variam de 11 a 33 anos de reclusão por tráfico, organização criminosa majorada e lavagem de dinheiro.

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

VEJA MAIS

Manutenção na rede elétrica deixará Lago Norte sem energia nesta terça

A Quadra QI 2, conjunto 3, do Lago Norte (DF), ficará sem energia por pelo…

mortos em queda de jato nos EUA são identificados

Os nove passageiros do jato particular que caiu nesse domingo (1º/11), no sul da Flórida,…

Gominho revela que vendeu bolsas de luxo que ganhou de Preta Gil

Gominho abriu o jogo sobre os rumores de que teria sido contemplado com parte da…