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Corinthians acusa Bahia e Grupo City de aliciar joia da base; entenda

O Corinthians divulgou, nesta quinta-feira (14/8), nota oficial contestando a saída de Kauê Furquim, de 16 anos, para o Bahia. O clube acusa o City Football Group e o Tricolor de Aço de “aliciamento ilícito e imoral” do atacante, formado nas categorias de base do Timão.

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Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Segundo a diretoria, não houve qualquer comunicação prévia sobre a negociação. O Corinthians afirma que vai acionar CBF e FIFA e estuda medidas jurídicas para responsabilizar os envolvidos.

O Timão também acusa o Bahia de atuar como “mero intermediador de negócios” e anuncia o rompimento de relações institucionais com o time baiano e o Grupo City.

Leia a nota completa:

“O Sport Club Corinthians Paulista, ao longo de sua centenária história, tem como um de seus valores o respeito para com as instituições de relevância esportiva e cultural, sejam elas do Brasil ou do exterior.

Repudiamos, veementemente, o aliciamento ilícito e imoral do jogador Kauê Furquim, formado nas categorias de base do Corinthians, em trama envolvendo o City Football Group e o Esporte Clube Bahia. 

Em nenhum momento o Corinthians foi comunicado sobre o interesse na negociação do jogador. Estudaremos os caminhos jurídicos necessários e possíveis para punir os responsáveis e apelaremos à CBF e à FIFA para que a justiça seja feita.

A estratégia retoma mais um ato daquela antiga e nefasta prática da subtração de talentos, ainda muito jovens, do futebol nacional, levando-os a preço vil para mercados externos, reduzindo o Bahia a um mero intermediador de negócios.

Reforçamos, mais uma vez, nosso repúdio aos envolvidos rompendo por completa qualquer relação institucional com o Esporte Clube Bahia e o City Football Group.”

O Bahia pagou R$ 14 milhões da multa rescisória prevista no contrato de Kauê. O jogador já treinava com o elenco profissional e foi relacionado para partidas do Brasileirão.

Seu contrato profissional foi assinado em abril, com multa de 50 milhões de euros para o exterior. A diretoria diz ter sido surpreendida e avalia se há possibilidade de reverter a transferência.

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