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Atriz de Coração Acelerado mostra ferimentos após ser assaltada em SP

Nina Baiocchi, que interpreta Vânia em Coração Acelerado, se tornou mais uma vítima da violência em São Paulo. A atriz usou o Instagram, na quinta-feira (15/1), para desabafar e pedir ajuda para encontrar os criminosos que a atacaram e a deixaram cheia de ferimentos nos braços e mãos.

Segundo ela, o crime aconteceu no dia 10 de janeiro, às 23h59. Os bandidos quebraram o vidro do Uber onde ela estava e levaram seu celular, desbloqueado. No relato, ela contou que reagiu.

“Justiça! Me ajudem a marcar as autoridades para encontrar esses criminosos… Eu fiz boletim de ocorrência, tenho testemunhas oculares e tenho imagens das câmeras de segurança de estabelecimentos próximos”, escreveu ela na legenda.

Detalhes do assalto

Na gravação, Nina Baiocchi revelou que ficou ferida: “Durante o conflito com eles, alguns cacos de vidro acabaram entrando nas minhas mãos e braços, causando alguns cortes. E eu tive que levar alguns pontos”, recordou.

Nina Baiocchi mostrou os ferimentos nas mãos após assalto
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Nina Baiocchi mostrou os ferimentos nas mãos após assalto

Instagram/Reprodução

Nina Baiocchi precisou levar pontos após se cortar com o vidro do carro
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Nina Baiocchi precisou levar pontos após se cortar com o vidro do carro

Instagram/Reprodução

Nina Baiocchi foi ao hospital levar pontos
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Nina Baiocchi foi ao hospital levar pontos

Instagram/Reprodução

Nina Baiocchi chora ao recordar os momentos de tensão durante o ataque dos bandidos
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Nina Baiocchi chora ao recordar os momentos de tensão durante o ataque dos bandidos

Instagram/Reprodução

Atriz de Coração Acelerado, Nina Baiocchi mostra ferimentos após ser assaltada em São Paulo
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Atriz de Coração Acelerado, Nina Baiocchi mostra ferimentos após ser assaltada em São Paulo

Instagram/Reprodução

Nina Baiocchi posa durante passeio
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Nina Baiocchi posa durante passeio

Instagram/Reprodução

Nina Baiocchi posa durante um casamento
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Nina Baiocchi posa durante um casamento

Instagram/Reprodução

Nina Baiocchi posa antes da festa de lançamento de Coração Acelerado
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Nina Baiocchi posa antes da festa de lançamento de Coração Acelerado

Instagram/Reprodução

Nina Baiocchi posa na praia, no Rio de Janeiro
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Nina Baiocchi posa na praia, no Rio de Janeiro

Instagram/Reprodução

Em seguida, ela assumiu: “Eu sei que muitas pessoas dizem que não é recomendado reagir nessas situações, mas eu tive uma reação instintiva. Não me lembro direito do que aconteceu. Quando vi, já estava correndo atrás deles, gritando por ajuda no meio da rua, com as mãos e os braços cheios de sangue”, detalhou.

Ida ao hospital

Logo depois, a artista contou o que fez depois: “Entrei num taxista que estava parado na rua, ainda em choque com tudo o que tinha acontecido e pedi que ele me deixasse em casa. Quando entrei na minha casa, a minha primeira reação foi abrir o computador e tentar trocar todas as minhas senhas”, lembrou, antes de completar:

“Só que a minha mão estava com muito sangue, tava machucada, cheia de cortes devido aos cacos de vidro. Estava muito difícil digitar. Mandei mensagem pra minha mãe pedindo ajuda e ela disse que eu precisava ir pro hospital”, disse.

E desabafou: “Recebi alguns pontos, mas o que mais me deixa chateada com toda essa situação foi saber que me senti impotente, fraca e burra. E, pra mim, o pior de toda essa situação é saber que existia um posto policial a cinco minutos de onde tudo aconteceu”, disparou.

Revolta pela violência

Ainda na postagem, ela foi categórica: “Uma sociedade não se mede pelo que ela promete, mas, sim, pelo que ela tolera. E o que a gente está tolerando? Eu sei que, no Brasil, muitas vezes a Justiça não é justa. Mas eu não vou me contentar com a impunidade”, declarou.

Na sequência, ela rebateu: “Eu não vou entender, com normalidade, alguém falar que é era culpa minha estar mexendo no celular fora de casa à noite. Quando nada acontece, pode acontecer de novo. Com outra mulher, em outro carro, em outra noite. E a culpa nunca, nunca pode ser de quem estava mexendo no celular. A culpa é de quem ataca”, garantiu.

No fim, ela pontuou: “Eu não quero que esse vídeo seja só um desabafo, quero que seja um pedido e também um aviso: não dá mais pra fingir que violência é normal. Enquanto a violência for tolerada, ela continua. E eu me recuso, me recuso a aceitar isso em silêncio”, encerrou.

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