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Aluna de 12 anos recebe bilhetes com ameaças em escola: “Vou te matar”

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga um caso de ameaça, ocorrido em uma escola particular no Gama. O pai de uma menina de 12 anos, aluna do 7º ano do ensino fundamental, registrou um boletim de ocorrência após a filha contar que estava recebendo bilhetes de outros estudante da unidade de ensino, com frases como “te odiamos” e “vou te matar”.

Leia algumas das mensagens:

4 imagens"Você vai sofrer""Eu vou te pegar. E, se não brigar, vou te matar. Mas isso não vai acontecer se você não andar mais com o [nome de outra pessoa menor de 18 anos]"""Ainda não acabou... Eu [nome da pessoa que escreveu o bilhete] vou te pegar, e você vai sofrer"Fechar modal.1 de 4

“Eu e o [nome de outra pessoa menor de 18 anos] te odiamos”

Instagram @coisasdogamaa/Reprodução2 de 4

“Você vai sofrer”

Instagram @coisasdogamaa/Reprodução3 de 4

“Eu vou te pegar. E, se não brigar, vou te matar. Mas isso não vai acontecer se você não andar mais com o [nome de outra pessoa menor de 18 anos]””

Instagram @coisasdogamaa/Reprodução4 de 4

“Ainda não acabou… Eu [nome da pessoa que escreveu o bilhete] vou te pegar, e você vai sofrer”

Instagram @coisasdogamaa/Reprodução

Assustado com o teor dos bilhetes, o pai da menina procurou a coordenação do colégio e foi informado que uma equipe pedagógica já apurava o caso. Durante a conversa com os gestores, ele descobriu, ainda, que as intimidações teriam começado em 6 de maio último, o que lhe causou estranheza por não ter sido informado sobre o caso antes.

A coluna Na Mira conversou com o pai da menina, que não terá o nome revelado para não identificar indiretamente a criança vítima. Ele enviou fotos de alguns dos bilhetes com as ameaças recebidas pela criança.

O pai da menina revelou o ocorrido inicialmente para o perfil do Instagram @coisasdogamaa. O caso é investigado pela 14ª Delegacia de Polícia (Gama) como ato análogo ao crime de ameaça.

Ouça o relato:

Posicionamento da escola

A reportagem procurou a escola para pedir posicionamento sobre o ocorrido e não teve resposta oficial até a última atualização deste texto. No entanto, por meio das redes sociais, o colégio divulgou que acompanha a situação “com atenção e cuidado”.

As mensagens eram anônimas e foram deixadas sobre as mesas de dois estudantes, segundo a instituição de ensino. “Embora os bilhetes não sejam nominais, entendemos que a recorrência pode causar desconforto e insegurança tanto aos alunos quanto ao grupo como um todo”, destacou a escola.

Após a primeira ocorrência, a equipe de coordenação e orientação educacional acolheu os estudantes e reforçou os “valores de respeito e empatia”. “Contudo, nos últimos dias, foram identificados novos bilhetes, o que motivou a intensificação das medidas de acompanhamento e segurança”, acrescentou a escola.

“Um monitor foi destacado exclusivamente para acompanhar de perto a rotina da turma e estão sendo analisadas imagens de câmeras de segurança, em busca de informações que possam nos ajudar a esclarecer a situação”, completou o colégio.

O colégio também reforçou que, assim que a autoria dos bilhetes for identificada, serão tomadas “as medidas cabíveis”. Além disso, informou que gostaria de tranquilizar as famílias dos estudantes, “por mais alarmante que [o caso] seja”.

“A direção conta com estrutura completa de segurança, composta por brigadista, porteiros e monitores em todos os corredores, além do suporte contínuo de nossa equipe de psicologia escolar, disponível para atender e acolher os estudantes de forma individual e respeitosa”, concluiu.

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