Amanda Seyfried, conhecida por papéis em Mamma Mia! e Garota Infernal, afirmou que não pretende pedir desculpas pela crítica que fez ao ativista Charlie Kirk — mesmo em meio à campanha por uma indicação ao Oscar de 2026.
A polêmica começou em setembro, quando a atriz comentou sobre Kirk logo após a morte dele, publicando no Instagram que o influenciador conservador era “detestável” e relembrando posicionamentos dele que considerava problemáticos.

Amanda Seyfried comentou sobre Charlie Kirk logo após a morte do ativista
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Nas redes sociais, ela o chamou de “detestável”
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Charlie Kirk morreu em setembro deste ano
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Em entrevista recente ao Who What Wear, Seyfried reforçou que não voltará atrás. “Pelo amor de Deus, eu apenas comentei uma coisa. Disse algo baseado em fatos reais, em imagens reais e em citações reais. O que falei foi bastante factual — e, claro, sou livre para ter uma opinião”, declarou.
A postura pode repercutir negativamente durante a temporada de premiações, já que manifestações públicas de celebridades costumam influenciar a percepção dos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar.
Um caso recente citado em Hollywood é o de Karla Sofía Gascón, cuja série de declarações racistas, xenófobas e islamofóbicas no X (antigo Twitter) prejudicou a campanha do musical Emilia Pérez (2024) na edição deste ano.
Apesar da controvérsia, Amanda Seyfried segue entre as principais apostas para o Oscar de 2026. Ela protagoniza O Testamento de Ann Lee, musical de época inspirado na vida de Ann Lee (1736–1784), fundadora da seita shaker.
A atriz foi ovacionada por 15 minutos após a exibição do filme no Festival de Veneza de 2025. Dirigida por Mona Fastvold, a produção ainda não tem data de estreia no Brasil.