Pré-candidato à presidência da República, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), prometeu anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aos outros condenados pelos atos golpistas de 2022. A fala ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo (1º/3), durante o primeiro ato bolsonarista deste ano.
“Quero saudar o Nikolas [Ferreira], esse jovem que teve a coragem também de levantar a bandeira do Acorda Brasil e caminhar pelo país todo, mostrando a cara e a sua competência. Flávio Bolsonaro, meu amigo senador da República pré-candidato, saiba que eu, ao meu lado também o governador de Minas Gerais [Romeu Zema (Novo)], nós estamos com o mesmo objetivo, aquele que chega lá, eu já disse: o primeiro ato será anistia plena, geral e irrestrita no 1º de janeiro de 2027”, declarou Caiado.
No discurso, o governador de Goiás também destacou o “poder de mobilização” de Bolsonaro, mesmo preso.”Esse homem que conseguiu levantar o Brasil, e dizer em alto e bom som: vamos caminhar pela liberdade e a democracia plena”, afirmou.
Outro pré-candidato, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) defendeu o fim da “farra dos intocáveis”, em referência ao ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). “Estão em Brasília e se consideram acima de todas as leis, não vamos nos vergar, não vemos permitir que esses absurdos que estão acontecendo continuem”, alegou.
Por meio de uma chamada de vídeo, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro também se pronunciou, mas defendeu o pleito do irmão. “Não é sobre partido político, nem sobre eleição. A eleição é só a ferramenta, o caminho talvez mais rápido para gente levar justiça que vai ser traduzida em anistia, se Deus quiser, com a eleição de Flávio Bolsonaro presidente e uma bancada de senadores e deputados federais fortes e valentes”, disse.
Atualmente, Eduardo está nos Estados Unidos. O filho do ex-presidente é réu no STF por coação devido à atuação contra autoridades brasileiras.

Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo)
Fraga Alves/Especial Metrópoles

Governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil)
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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participa, na tarde deste domingo (1º/3), de ato na Avenida Paulista, ao lado de lideranças de partidos da direita que defendem a conversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar e pedem o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
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Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG)
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Presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, chega, na tarde deste domingo (1º/3), à Avenida Paulista, para participar de ato que defende a conversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar
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Valdemar Costa Neto em ato que pede o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Deputado Federal Guilhereme Derrite (PP-SP)
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Deputado estadual Tomé Abduch (Republicanos-SP), líder do movimento NasRuas, organizador do evento, com Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro
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Deputado estadual Lucas Bove (PL-SP)
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Rosana Valle (PL-SP)
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Deputado federal Sóstenes Cavalcante (PP-RJ)
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Bia Kicis (PL-DF)

Paulo Bilynskyj (PL-SP) na manifestação bolsonarista Acorda Brasil
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Senador Marcos Rogério (PL-RO) em manifestação bolsonarista
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Valéria Bolsonaro (PL-SP)
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Coronel Telhada (PP-SP)
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Protesto da direita
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Protesto de bolsonaristas na Avenida Paulista
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Manifestantes pedem liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado
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Manifestantes pedem liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado
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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
Fraga Alves/ Especial Metrópoles

Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Manifestantes se concentram na Avenida Paulista, em São Paulo, para manifestação que defende a anistia aos envolvidos no 8/1, a prisao domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Manifestantes pedem “fora Lula” e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli
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Além do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a agenda reúne as presenças de Valdemar Costa Neto, presidente do PL; dos deputados federais Guilherme Derrite (PP-SP), Sóstenes Cavalcante (PP-RJ), Paulo Bilynskyj (PL-SP), Mário Frias (PL-SP), Rosana Valle (Partido Liberal-SP), Bia Kicis (PL-DF), Marcos Pollon (PL-MS), e dos deputados estaduais Lucas Bove (PL-SP), Coronel Telhada (PP-SP) e Valéria Bolsonaro (PL-SP), entre outros.
Convidado a discursar, Mário Frias, cotado para a segunda vaga de candidato ao Senado por São Paulo, reforçou ser “radicalmente cristão”. “Muita gente diz que a gente é extremo, que a gente é radical. E a gente é radical, sim, a gente é radicalmente cristão. A gente é radicalmente temente a Deus. A gente é radicalmente patriota e radicalmente Bolsonaro”, afirmou no palanque.
Outra concorrente à mesma vaga, Rosana Valle, presidente do PL Mulher em São Paulo e nome defendido pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), fez elogios à madrinha política. “Eu quero registrar aqui e fazer uma referência especial à nossa primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que tantas e tantas vezes esteve aqui na Paulista e o seu discurso, as suas lágrimas nos emocionaram. Michelle, o povo paulista, o povo brasileiro te ama”, disse.
No páreo ao Senado
Derrite, que é pré-candidato ao Senado na chapa à reeleição de Tarcísio, comemorou a inclusão ao PL Antifacção da proibição do voto por presos provisórios.
“E este ano, em 2026, aquele que comemorou, que foi o mais votado nos presídios, não vai comemorar mais. Acabamos com direito ao voto dentro do presídio. Chega de bandido votar, porque a gente sabe que eles votam. Fiquem todos com Deus”, disse.
Também convidado a discursar, Mário Frias, cotado para a segunda vaga de candidato ao Senado por São Paulo, reforçou ser “radicalmente cristão”. “Muita gente diz que a gente é extremo, que a gente é radical. E a gente é radical, sim, a gente é radicalmente cristão. A gente é radicalmente temente a Deus. A gente é radicalmente patriota e radicalmente Bolsonaro”, afirmou no palanque.
Outra concorrente à mesma vaga, Rosana Valle, presidente do PL Mulher em São Paulo e nome defendido pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), fez elogios à madrinha política. “Eu quero registrar aqui e fazer uma referência especial à nossa primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que tantas e tantas vezes esteve aqui na Paulista e o seu discurso, as suas lágrimas nos emocionaram. Michelle, o povo paulista, o povo brasileiro te ama”, disse.
Na sexta-feira (27/2), Valdemar afirmou ao Metrópoles que quem decidirá o nome do partido para a disputa do Senado em São Paulo será o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Segundo ele, a tendência é que seja alguém “mais ideológico e bolsonarista”.
“O Eduardo quer participar disso também. Eu acho que nós sairíamos com uma vaga e provavelmente o Derrite com a outra. Essa é a minha opinião. Agora vai ter muita conversa pela frente. Acho que quem for o candidato do Bolsonaro ganha a eleição. Acho que ele vai pegar um camarada que tem a marca da direita. Mais ideológico, mais próximo dele, mais bolsonarista. Ele gosta disso”, disse Valdemar após evento em sua homenagem na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
Ato Acorda Brasil
Manifestantes ocupam a Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo (1º/3), para o primeiro ato bolsonarista deste ano, com foco na redução das penas aos condenados pelo 8/1, na prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nos ataques ao governo Lula e no impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ato deste domingo é o primeiro desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha, em Brasília, e da escolha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência da República pelo campo bolsonarista. O tom das críticas ao STF, no entanto, não é consenso entre os organizadores.
A manifestação “Acorda Brasil” foi convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e pelo pastor Silas Malafaia, e também acontece em outras capitais brasileiras. Em São Paulo, além de Flávio, outros dois presidenciáveis, Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), confirmaram presença aos organizadores.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) desfalca o ato deste domingo porque viajou para a Alemanha para participar do evento Intercontinental Dialogues, que terá a participação do ministro do STF André Mendonça, além de outras autoridades do mundo jurídico, político e empresarial.