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Fraudes no INSS: criminosos utilizam criptomoedas para ocultar patrimônio

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou nesta quinta-feira (8) que há fortes indícios de que a organização criminosa investigada pelas fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) esteja utilizando criptomoedas para ocultar patrimônio.

“Há fortes indícios de que esta organização criminosa esteja usando criptomoedas para o desvio patrimonial da fraude perpetrada contra aposentados e pensionistas”, afirmou Messias durante coletiva.

Segundo o ministro, a AGU vai oficiar corretoras de criptoativos, no Brasil e no exterior, para tentar rastrear e bloquear os valores movimentados pelos suspeitos.

“Há uma estratégia de ocultação patrimonial fora do Brasil, conforme temos notícias nos relatórios de inteligência. Estamos adotando um pedido de expedição de ofício às corretoras de criptomoedas com o objetivo de localizar e penhorar valores existentes”, complementou o ministro.

Messias também informou que foram solicitadas diversas medidas judiciais contra os dirigentes das entidades envolvidas, como:

  • Quebra dos sigilos bancário e fiscal;
  • Bloqueio de atividades financeiras, incluindo o uso de cartões de crédito;
  • Suspensão temporária das atividades das associações investigadas;
  • Apreensão dos passaportes dos dirigentes para impedir saída do país;
  • Penhora de valores movimentados por meio de criptomoedas.

No dia 23 de abril, a Polícia Federal e a CGU deflagraram a Operação Sem Desconto, que revelou um esquema que pode ter desviado até R$ 6,3 bilhões de aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024.

De acordo com as investigações, foram identificados descontos associativos em aposentadorias e pensões que não foram autorizados. Os valores são pagos mensalmente a entidades e sindicatos que representam os aposentados e pensionistas.

Por conta da operação, foram afastados cinco servidores do INSS e um policial federal por determinação judicial.

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