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Quem é o advogado da “mansão da erva” que ensina a fazer haxixe na web

O advogado Caio Henrique Peters de Oliveira (foto em destaque) é o suspeito preso pela Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) por usar a mansão onde mora, no Lago Sul, para manter estufas equipadas com toda a estrutura necessária para cultivar maconha na modalidade indoor.

O defensor cultivava dezenas de pés de cannabis geneticamente modificadas. Oliveira ainda usava o casarão para realizar festas privativas onde porções de haxixe — uma forma concentrada da substância — era consumida. O suspeito foi preso nesta quinta-feira (8/5).

A investigação teve início após o recebimento de denúncias que apontavam a existência de uma plantação de maconha no local, que seria destinada à venda da planta e das sementes e suas muda.

A partir das informações, os policiais identificaram o advogado como responsável pelo cultivo e pela produção ilegal de derivados da erva. Em consulta aos sistemas disponíveis não foi identificada qualquer autorização judicial para a manutenção daquele plantio.

Durante as investigações, foi constatado que o advogado usava um perfil no Instagram para divulgar toda a estrutura construída pra cultivar pés de maconha em larga escala, demonstrando técnicas de extração e apresentando variedades da maconha, o que configurava também a promoção e incentivo ao uso e cultivo ilegal da substância.

Veja imagens do interior da mansão:

Haxixe nas redes

Com as buscas na residência a equipe policial identificou que o advogado mantinha, dentro de um cômodo, uma sofisticada estrutura de cultivo de maconha com climatização, iluminação artificial e controle automatizado.

No perfil, o advogado postava vídeos e fotos da produção, totalmente artesanal, do haxixe. A resina das plantas de cannabis, que contém altos níveis de THC, era a “vedete” das reuniões organizadas pelo advogado. Em outra imagens, o defensor mexe a mistura que depois era coada para se obter o haxixe.

A resina é obtida das flores e inflorescências da planta, geralmente por prensagem ou outros métodos de extração. O haxixe usados pelos usuários que frequentavam a mansão era fumado em cachimbos ou misturado com tabaco, ou até mesmo ingerido em alimentos e bebidas.

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