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Descontos estão suspensos e precisam de novo modelo, diz presidente do INSS

Em entrevista à CNN nesta segunda-feira (5), o novo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Júnior, afirmou que descontos de mensalidades associativas em folhas de pagamento de benefícios previdenciários seguem em suspensão.

“Eles estão suspensos por prazos indeterminados. Alguns determinados por decisão judicial e outros por uma decisão administrativa do governo, por recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU), da Advocacia-Geral da União (AGU) e por uma determinação do presidente da República (Lula, do PT) para a gente poder requisitar esses procedimentos”, destacou.

Waller destacou também que os descontos, alvos de uma investigação sobre uma fraude que pode ter retirado R$ 6,3 bilhões indevidamente da conta de segurados, vão precisar de um novo modelo para voltar.

Temos que pensar em um modelo diferente. Tem que se pensar, conforme orientações dos órgãos de controle, a questão da biometria facial”, declarou.

Para Waller, INSS deveria “visitar as instituições” que ofertam serviços por meio de desconto em folha a segurados, “para saber se elas existem e se realmente tem estrutura para poder funcionar”.

“Não é assinando com todo mundo, não é autorizando todo mundo. É um dinheiro, na verdade, caro ao nosso segurado”, acrescentou.

Entenda

Uma operação deflagrada pela CGU e a Polícia Federal (PF) no final de abril desvendou um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões.

O ministro da CGU, Vinicius Marques de Carvalho, afirmou que essa operação teve início a partir da identificação do aumento desses descontos, assim como um crescimento nas reclamações dos aposentados em relação a esses descontos indevidos.

De acordo com o ministro, comprovou-se que as entidades analisadas “não tinham nenhuma estrutura operacional para prestar os serviços que ofereciam”.

A operação acabou afastando o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, que posteriormente entregou o cargo. E Carlos Lupi, ministro da Previdência, também pediu demissão.

Entenda como funcionava a fraude de R$ 6 bilhões em benefícios do INSS

* Sob supervisão de Henrique Sales Barros

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